Todos os álbuns do Drake rankeados do pior ao melhor, segundo a Billboard

álbuns do drake

Drake é daqueles artistas que sempre geram debates. Tem quem ame, tem quem não goste, mas é difícil ignorar o Rapper. São quase 400 entradas no Hot 100 americano, mais do que qualquer outro artista na história, e mais de 20 projetos lançados ao longo da carreira.

No último mês, maio de 2026, ele lançou três álbuns de uma vez: ICEMAN, HABIBTI e MAID OF HONOUR, e a Billboard aproveitou o momento para rankear toda a discografia do canadense, do pior ao melhor.
O Cine Vibes traz a lista completa para você abaixo, com o resumo dos comentários da Billboard sobre cada um dos álbuns do Drake.

Os melhores álbuns do Drake rankeados pela Billboard

20. Room for Improvement (2006)

O que diz a Billboard: A estreia, quando Drake tinha 19 anos e o flow ainda estava sendo construído. Tem momentos interessantes, como as releituras de faixas do Lupe Fiasco e do Tony Yayo, mas é o projeto mais cru da carreira. O título foi honesto.

19. Comeback Season (2007)

O que diz a Billboard: No segundo mixtape, o personagem de Degrassi (série em que Drake atuou) ficou para trás e o Drake que a gente conhece começou a aparecer. Ainda em construção, mas faixas como “Think Good Thoughts” e os primeiros experimentos com vocais melódicos já mostravam onde ele queria chegar.

18. Thank Me Later (2010)

O que diz a Billboard: O álbum de estreia oficial chegou com expectativas altíssimas depois de So Far Gone e não correspondeu. Drake ainda parecia estar encontrando a voz no formato álbum. Os destaques ficam por conta de “Up All Night”, “Miss Me” com Lil Wayne e “Find Your Love”, produzida pelo Kanye West.

17. HABIBTI (2026)

O que diz a Billboard: Primeiro projeto solo de R&B do Drake, lançado de surpresa junto com o ICEMAN. São 11 faixas com algumas das performances vocais mais caprichadas da carreira dele. “Fortworth” com PARTYNEXTDOOR traz aquela saudade dos fãs mais antigos, e “Classic” é boa demais para ser tão curta.
A Billboard aposta que pode ser o mais lembrado dos três lançamentos do fim de semana.

16. For All The Dogs (2023)

O que diz a Billboard: Drake chegou dividido entre mágoa e desapego, e o disco foi recebido com resistência. Lançado no pico do “Drake fatigue”, não emplacou como outros projetos. Mas “Tried Our Best”, “Drew a Picasso” e “First Person Shooter” mostram que tem mais camadas aqui do que a recepção inicial sugere.

15. Dark Lane Demo Tapes (2020)

O que diz a Billboard: Lançado no meio da pandemia, foi uma coleção de faixas antigas, leaks e experimentos sem a pressão de um álbum oficial. “Toosie Slide” virou hit involuntário, “Pain 1993” com Playboi Carti foi o crossover que todo mundo queria e “When to Say When” mostrou um lado mais reflexivo. Falta coesão, mas era essa a proposta.

14. Honestly, Nevermind (2022)

O que diz a Billboard: O álbum surpresa de house music que dividiu a internet. A mistura com hip-hop funciona, especialmente na sequência “Calling My Name”, “Sticky” e “Massive”. Poderia ter mais raps, mas continua sendo uma adição curiosa e corajosa ao catálogo.

13. $ome $exy $ongs 4 U (2025)

O que diz a Billboard: A parceria com PARTYNEXTDOOR que os fãs pediam há anos. “NOKIA” foi ao topo do Hot 100, “SOMEBODY LOVES ME” virou favorita e “DIE TRYING” mostrou um lado alternativo. Um álbum para as meninas, de um duo que funciona de verdade.

12. MAID OF HONOUR (2026)

O que diz a Billboard: O terceiro lançamento do fim de semana traz o espírito dançante do Honestly, Nevermind com mais maturidade. “Cheetah Print” com Sexyy Red já virou hit, “Stuck” é a melhor impressão de New Edition que Drake já entregou e “Outside Tweaking” rouba a cena com a participação de Stunna Sandy.

11. Scorpion (2018)

O que diz a Billboard: Três músicas no topo do Hot 100 no mesmo ano: “Nice for What”, “In My Feelings” e “God’s Plan”. Mesmo saindo em desvantagem na treta com Pusha T, Drake respondeu com um álbum duplo de 25 faixas que, apesar de longo, entrega faixas como “Nonstop”, “Jaded” e “After Dark”.

10. What a Time to Be Alive (2015)

O que diz a Billboard: Drake e Future antes da briga, no auge das respectivas carreiras, juntando forças em um mixtape. Simples, direto e divertido. Quem disser que não gosta provavelmente está sendo influenciado por alguém no ouvido dizendo que não pode gostar.

9. Certified Lover Boy (2021)

O que diz a Billboard: Das emojis de grávidas na capa ao polêmico “Way 2 Sexy”, chegou com muito meme e foi envelhecendo melhor do que parecia. “F—king Fans” é um dos momentos mais honestos da carreira, e “Knife Talk” com 21 Savage e Project Pat ainda é pesado. Merece mais flores do que recebeu.

8. Her Loss (2022)

O que diz a Billboard: A parceria com 21 Savage é uma das entregas mais sólidas dos anos 2020 do Drake. “Middle of the Ocean” surpreende pela introspecção, “Jumbotron Shit Poppin” ainda funciona no clube e “Spin Bout U” é o R&B que os fãs mais antigos sentiram falta. O 21 rouba algumas cenas, e com razão.

7. More Life (2017)

O que diz a Billboard: Apresentado como uma playlist, é uma volta ao mundo sonora em 22 faixas. “Passionfruit” é um dos maiores clássicos do catálogo, a incursão pelo grime britânico funciona e “Do Not Disturb” é um dos fechamentos mais fortes que ele já gravou. Para quem não embarcou no Views, foi esse álbum que reconquistou a fé.

6. ICEMAN (2026)

O que diz a Billboard: Com as costas contra a parede depois da rixa com Kendrick Lamar, Drake respondeu com o projeto de rap mais denso em anos. “Make Them Pay” e “Make Them Remember” são acertos de contas diretos. A parceria com Future em “Ran to Atlanta” marcou o fim da briga entre os dois. É o álbum mais completo do Drake em quase uma década, entregue exatamente quando mais importava.

5. Views (2016)

O que diz a Billboard: Estreou em primeiro no Billboard 200 e colocou 20 faixas no Hot 100 ao mesmo tempo, um recorde na época. Criticado pelo tamanho, mas quando cada música do álbum está entre as mais tocadas do país na mesma semana, o argumento perde força. Com o tempo, virou favorito dos fãs e um dos pilares da carreira.

4. Take Care (2011)

O que diz a Billboard: O álbum que mudou tudo. Take Care misturou rap, R&B e produção ambiente de um jeito que o mainstream ainda não tinha visto. Oito faixas entraram no Hot 100, estreou em primeiro no Billboard 200 e acumula mais de 650 semanas no chart. “Marvins Room” redefiniu o que honestidade emocional podia significar no rap. É o favorito de muita gente, e não é difícil entender por quê.

3. So Far Gone (2009)

O que diz a Billboard: O projeto que apresentou Drake para o mundo. O buzz foi tão grande que gravadoras brigaram para assiná-lo, com o Lil Wayne levando a melhor. “Best I Ever Had” chegou ao segundo lugar no Hot 100. Mas além dos números, foi aqui que Drake misturou rap e canto de um jeito que o mainstream ainda não conhecia. A base de tudo.

2. If You’re Reading This It’s Too Late (2015)

O que diz a Billboard: Lançado de surpresa no SoundCloud, parou escritórios e grupos de WhatsApp ao redor do mundo. Drake estava no auge e se sentiu livre para fazer exatamente o que quis, sem perseguir hits. “Know Yourself” e “Energy” viraram hinos. É o projeto mais coeso e sombrio da carreira, logo atrás do número um.

1. Nothing Was the Same (2013)

O que diz a Billboard: Em menos de uma hora, Drake divide o microfone com Jay-Z em “Pound Cake”, conta a própria história em “Started From the Bottom”, mergulha fundo em “From Time” e “Too Much” e entrega um pop perfeito em “Hold On, We’re Going Home”. Os bônus do deluxe são tão fortes quanto as faixas principais. O melhor do Drake, ponto.

Você concorda com o ranking dos melhores álbuns do Drake?

Nothing Was the Same merecia o primeiro lugar? O So Far Gone está baixo demais? Os três lançamentos de 2026 ainda precisam de mais tempo para serem julgados? Deixa nos comentários.

Tags:

Foto de Beatriz Martins

Beatriz Martins

Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Com mais de 3 anos de experiência, já atuou nas áreas de entretenimento, saúde, tecnologia e política. Apaixonada pela sétima arte, por cultura pop e por tudo que engloba o mundo Geek.
Foto de Beatriz Martins

Beatriz Martins

Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Com mais de 3 anos de experiência, já atuou nas áreas de entretenimento, saúde, tecnologia e política. Apaixonada pela sétima arte, por cultura pop e por tudo que engloba o mundo Geek.